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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Opinião de Corey sobre o trabalho de Rick Rubin

Corey Taylor fez o quarto show de sua turnê solo no dia 18 de Novembro no clube Trees em Dallas, Texas. Intitulado “Uma noite com Corey Taylor”, os shows trazem o cantor fazendo apresentações faladas e acústicas, além de sessões de perguntas por parte da platéia.

Quando perguntado por um membro da platéia sobre sua experiência trabalhando com o lendário produtor RICK RUBIN (RED HOT CHILLI PEPPERS, SLAYER, AUDIOSLAVE, SYSTEM OF A DOWN, METALLICA) Vol. 3 "The Subliminal Verses, lançado em 2004 pelo Slipknot, Corey disse, “Essa é uma pergunta muito, muito perigosa… agora, há pessoas que adorariam que eu simplesmente fosse politicamente correto e fazer média, o que seria, basicamente, dizer ‘Ah, sabe como é, trabalhar com Rick Rubin foi uma experiência muito enriquecedora. Ele é de fato um gênio… ’ deixa eu te bater a porra da real nessa. Rick Rubin aparecia 45 minutos por semana. Sim. Daí o Rick Rubin, durante esses 45 minutos, deitava num sofá, pedia pra colocarem um microfone perto da cara dele pra que ele não tivesse que se mexer. Eu juro por deus. E daí ele dizia, ‘Toca aí pra mim.’ O engenheiro tocava. E ele ficava de óculos escuros o tempo todo. Não tinha importância que não havia sol na sala – era tudo escuro. Você basicamente parece um otário a essa altura. E ele só ficava cofiando aquela barba enorme e comendo o quanto pudesse. E daí ele dizia, ‘Toca de novo.’ E daí ele mandava. ‘Para! Toca isso de novo.’

Ele tinha um assistente que tinha mais de dois metros. Ele tinha aquela doença que você não tem pêlos no corpo, então ele era careca. Ele parecia o primo neurótico do Mr. Clean. Mas ele basicamente administrava a vida de Rick Rubin – ele ficava em cima, em cima. Lá pela metade de nossos preciosos 45 minutos, ele trazia esse prato de bosta. Eu presumo que fosse comida. Era um verde azulado. Cheirava como se alguém tivesse mergulhado numa privada em algum canto. E ele comia isso tão rápido quanto fosse possível – e se sujava todo. E isso, quando você está trabalhando, é maravilhoso de se assistir… eu vou dizer: eu respeito o que Rick Rubin já fez, eu respeito o trabalho que ele fez no passado para chegar até onde ele está agora. Mas… e isso é um ‘mas’ do tamanho da bunda da Jennifer Lopez, mas eu vou mandar: o Rick Rubin de hoje é uma pálida, pálida sombra do Rick Rubin que ele já foi. Ele é superestimado, ele é supervalorizado, e eu nunca vou trabalhar como ele de novo enquanto eu viver.”

Slipknot no Rock in Rio

Ainda sofrendo a perda do baixista Paul Gray, morto em 2010, o Slipknot fez uma homenagem ao amigo, mas não deixou se abalar. Em um ambiente tomado por fãs de Metallica, o grupo de Corey Taylor mostrou como comandar uma arena e puxou um coro de 100 mil pessoas na Cidade do Rock, no terceiro dia do Rock in Rio 2011.
O concerto no Rio de Janeiro era parte da turnê "The Memorial Tour", batizada em homenagem a Gray, que infelismente veio a falecer em 2010. Na Cidade do Rock, ele foi substituído por Donnie Steele, que tocava atrás do palco. Os macacões vermelhos utilizados pelos mascarados do Slipknot ainda faziam menção aos que eram utilizados no primeiro disco da banda, também chamado Slipknot.



"Depois de seis longos anos, o Slipknot está finalmente de volta ao Rio", relembrou, com um "obrigado" em português. "Vocês sentiram nossa falta, meus amigos? Vocês estão prontos para ficar loucos para p... com a gente hoje à noite?"

Taylor pediu ajuda aos fãs para cantar Duality. Enquanto isso, o DJ Sid Wilson atendia aos apelos dos maggots e se jogava do palco em um legítimo "mosh". Logo, outros integrantes da banda repetiram o gesto. Foi absolutamente incrivel e levou espectadores a loucura!